quarta-feira, 28 de abril de 2010

A PARTIR DE HOJE


Olá! Sou Marcio Galvão e a partir de hoje neste espaço você vai saber mais, sobre o que penso, o que promovo, minhas expectativas, minha fé, minha música, enfim um pouco de mim como pessoa ou mesmo como cristão . Honestamente espero que a partir das minhas experiências (nada extraordinárias) eu consiga fazer com que você reflita também sobre suas próprias experiências ou quem sabe, sobre o que eventualmente possa estar colocando em risco a tua paz de espírito. Dentre os diversos temas que pretendo abordar aqui, quero começar comentando um fato que ocorreu recentemente numa das minhas tentativas de trazer mais uma ovelha para o rebanho de Cristo. Nesta busca, encontrei um jovem machucado pela vida, que já havia tido uma experiência anterior com alguma comunidade cristã, mas decepcionou-se, e acabou escolhendo outros caminhos que visivelmente não o conduziu a uma paz duradoura. Quanto à religião, ele se mostrava arredio, desconfiado. Apesar de tudo fizemos algum progresso, tanto que ele, num belo dia, se mostrou disposto a visitar nossa igreja. Entretanto, antes que isto se tornasse fato concreto o encontrei numa tarde, com um certo ar de decepção estampado no rosto. Sem muito rodeio o rapaz comentou um fato que também me decepcionou profundamente. Segundo ele, ao visitar alguns parentes, ele se deparou duas moças trocando puxões de cabelo, unhadas e safanões entremeados por frases do tipo:” tá amarrado em nome de Jesus”, “meu Deus é poderoso”, “tudo posso naquele que me fortalece” e outras expressões comuns entre os que crêem. Nem preciso dizer que a festival de baixaria começou por não haver consenso ou mesmo respeito quanto a fé que cada uma delas professavam. Ou seja: eram de igrejas diferentes. A partir dali ficou muito difícil convencer aquele rapaz de que Deus não aprova esse tipo de atitude. Ele se armou de tal maneira, com argumentos contrários a fé, que acabou colocando tudo no mesmo saco. Deus, Igrejas, religiões e principalmente nossas diferenças mal administradas, que muitas vezes nos tornam medíocres diante de Deus e dos homens. Cheio de si aquele Jovem usou comigo uma expressão contundente: “Ir pra igreja pra me tornar isso!!! Com certeza vou ficar pior do que já estou”. Quem em sã consciência poderá dizer que não houve honestidade nas palavras dele. Melhor ser um ateu honesto que um cristão hipócrita. Sem querer julgar, até porque não sou perfeito; mas tudo me leva a crer que um ateu honesto está mais perto do céus que um cristão hipócrita. Se o céu é lugar de paz lá certamente só entrará que está em paz consigo mesmo e com os outros. É preciso lembrar que a maioria das guerras que foram travadas no passado e mesmo as que estão hoje em pleno curso, tiveram origem a partir de uma motivação religiosa. Lideres ou mesmo pessoas que não estavam em paz consigo mesmo e com os outros, viram nos que professavam uma fé diferente uma ameaça real. Olhando assim isso parece coisa lá do oriente médio. Seria bom se fosse assim. Contudo se olharmos atentamente para os métodos de atuação das instituições religiosas nota se, que é quase “no tapa” que se disputa o fiel. Entrincheiramos-nos uns contra os outros numa batalha insana pra provar única e exclusivamente que não há salvação fora da nossa igreja. Contudo, quem é honesto consigo mesmo não se deixa levar por este tipo de discurso. Nada prevalecerá contra uma verdade divina que é patrimônio de toda a humanidade independente da fé que ela professe. SALVAÇÃO SÓ NO AMOR. SALVAÇÃO SÓ EM JESUS. Pensem nisto!!